Moza Banco Quer Colaborar Com a Primeira-Dama no Apoio às Vítimas Das Cheias • Diário Económico
Uma comitiva do Moza Banco visitou esta segunda-feira, em Maputo, o gabinete da primeira-dama, Gueta Chapo, com o objectivo de manifestar apoio às iniciativas levadas a cabo por este gabinete em prol das vítimas das cheias e inundações que, no passado recente, fustigaram a região Sul do País.
Segundo um comunicado do banco, a ocasião serviu para a equipa da instituição manifestar o seu interesse em colaborar com o gabinete da primeira-dama a vários níveis, a começar pelo apoio às várias iniciativas de carácter social levadas a cabo pelo mesmo em todo o País.
Houve ainda espaço para a entrega de um cheque simbólico para apoiar o gabinete nas despesas associadas à compra de bens e produtos essenciais para prestar apoio às famílias que ainda estão alojadas nos vários centros de acolhimento, na sequência da destruição total ou parcial das suas residências, na sequência das chuvas.
No encontro, Gueta Chapo manifestou abertura para colaborar com o banco, saudando a visita e a “manifesta vontade” de ajudar os moçambicanos.
Já o membro da Comissão Executiva do Moza Banco, Jaime Joaquim, considerou a parceria estratégica e alinhada com as iniciativas de responsabilidade social que o banco tem vindo a implementar, em todo o território nacional.
“É para nós uma grande honra contribuir, simbolicamente, para o sucesso das iniciativas da primeira-dama. Todos nós conseguimos visualizar o impacto e a mudança positiva que estas iniciativas geram no seio das comunidades”, reforçou.
No âmbito do apoio às vítimas das cheias e inundações, o Moza Banco tem levado a cabo iniciativas diversas com “considerável impacto nas famílias”, destacando as áreas mais afectadas da região Sul do País, com especial enfoque para os distritos de Mapai, Chicualacuala, Chigubo e Guijá, em Gaza, e Boane, na província de Maputo.
Ciente de que toda a ajuda continua a ser necessária, o Moza continua a “Fazer Acontecer na angariação de donativos e mobilização de parcerias com vista a reforçar as acções de solidárias inseridas no Movimento Solidário desencadeado em finais de Janeiro”, desde a eclosão das intempéries.