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PR Apela ao Reforço do Combate às Armas Ilegais na PRM • Diário Económico

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O Presidente da República, Daniel Chapo, apelou esta quinta-feira (26), em Maputo, à Polícia da República de Moçambique (PRM) para intensificar as operações de desarmamento e neutralização de circuitos de armas ilegais, defendendo que a segurança das comunidades e a estabilidade do País dependem de um controlo rigoroso deste fenómeno, informou a Agência de Informação de Moçambique.

O apelo foi lançado durante a 21.ª Cerimónia de Graduação de Oficiais e Mestres em Ciências Policiais, realizada na Academia de Ciências Policiais (ACIPOL), onde o chefe de Estado desafiou a corporação a redobrar esforços no combate à proliferação de armas de fogo em posse ilegal.

“Desafiamos a Polícia da República de Moçambique a intensificar as acções de desarmamento, apreensão e neutralização dos circuitos ilícitos de armas, que alimentam a criminalidade violenta e colocam em risco a vida do povo moçambicano”, afirmou.

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Daniel Chapo sublinhou que o combate à circulação ilegal de armas constitui não apenas uma questão operacional, mas um imperativo estratégico para garantir a paz e a ordem pública. “Retirar armas das mãos dos criminosos é salvar vidas, é reforçar a autoridade do Estado e é semear sossego nas famílias”, declarou.

O Presidente destacou ainda que a nova geração de oficiais, formada com base científica e ética, deve recorrer à tecnologia, à investigação avançada e à capacidade analítica para desmantelar redes criminosas que abastecem a violência.

Segundo o chefe do Estado, uma actuação firme contra as armas ilegais contribui para criar um ambiente seguro, reforçar a confiança dos cidadãos na justiça e consolidar a autoridade do Estado. “O monopólio legítimo da força é responsabilidade histórica do Estado em proteger o bem comum, garantir a ordem constitucional e assegurar que a liberdade de uns não se transforme em ameaça para outros”, frisou.

Daniel Chapo acrescentou que a redução da circulação ilícita de armas terá impactos positivos na sociedade e na economia, uma vez que a segurança pública constitui condição essencial para o desenvolvimento e para a atracção de investimentos. “Cada operação bem-sucedida contribui para fortalecer a paz, consolidar a autoridade do Estado e garantir a confiança da população”, vincou.

Com o encerramento do curso, a ACIPOL coloca ao serviço da PRM 203 oficiais licenciados em Ciências Policiais e 61 mestres em Segurança Pública e Investigação Criminal, no âmbito do oitavo curso de mestrado, reforçando as capacidades institucionais do País na defesa da segurança interna e do bem-estar colectivo.

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